QUASÍMODO NA TORRE

Detesto Carnaval, mas tenho respeito por quem cai na folia, ainda que veja na festa indícios de difuso mal-estar da civilização.

Se bem que é difícil assegurar que sejamos, como povo, civilizados.

Somos poucos nesse patamar. Que o digam indicadores referenciais: temos saúde, educação, cultura, transporte e outras necessidades básicas atendidas?


No entanto, nossas inevitáveis transcendências sibilam preocupantes vaticínios para o País. Aonde iremos? Depois do Carnaval, a gente vê isso.

Raimundo Correia está certo:
” Quanta gente que ri, talvez existe,/
Cuja ventura única consiste/
Em parecer aos outros venturosa!’.

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s