LER É PRECISO; ESCREVER, NEM TANTO

Quando a juventude era convidada a procurar saber, antes de todas essas facilidades atuais, fazia sucesso o Tesouro da Juventude.

Sim, houve cultura antes das redes sociais, e “navegar é preciso ” não é uma frase de Caetano Veloso ou de um youtuber. Nem de Fernando Pessoa.

Foi atribuída por Plutarco ao general romano Pompeu, que a ouviu nos portos do “mare nostrum”, o Mediterrâneo, com muita frequência, num latim desjeitoso: “navigare necesse est vivere non est necesse”.

Em grego é mais chique. O nosso confrade e amigo Cláudio Moreno talvez fale dela em suas recém-lançadas Noites Gregas.

Na Idade Média, a frase já era provérbio consolidado.

Quando veio o Renascimento, passou a ser citada por muitos autores por causa da volta à antiguidade clássica. Na Itália, Petrarca e D’Annunzio estão entre aqueles que a citaram.

Na Alemanha, apareceu no portal da Casa do Marinheiro, em Bremen.

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