O PAPA QUE QUEIMOU GIORDANO BRUNO LIBEROU O CAFÉ

Em 17 de fevereiro de 1600, Giordano Bruno foi queimado vivo. Sem ele, talvez não tivéssemos Galileu Galilei.

Em 1999, foram encontrados diversos volumes do processo, que estava perdido ou escondido há 400 anos.

O papa Clemente VIII, presidindo aos festejos da fogueira sagrada do Santo Ofício & Inquisição, tomou algumas xícaras de café, achou saborosa a “bebida do demônio” e a liberou para o mundo cristão.

Descoberto e cultivado por povos muçulmanos, o café era até então proibido aos católicos.

Clemente VIII herdou um mundo em ebulição. Era o quarto papa depois de Gregório XIII, aquele que mudou o calendário em 4 de outubro de 1582, tirando-lhe dez dias justamente no dia da morte de Teresa D’Ávila, que foi enterrada no dia seguinte, 15 de outubro.

Entre seus antecessores, o pontificado de um durou dez meses, o de outro apenas dez dias.

E se daqui a pouco surgir um poderoso que libere certas drogas? Não mudará o calendário, mas certamente mudará o mundo.

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